No oeste do Amazonas, álcool e drogas entre jovens assolam maior povo indígena do país
Os Tikuna, do Alto Solimões, pedem apoio há anos para combater o problema, sem resultados, na visão das lideranças
Os Tikuna, do Alto Solimões, pedem apoio há anos para combater o problema, sem resultados, na visão das lideranças
Quase dizimados após contato forçado na década de 1970, povo Karipuna volta a temer risco de genocídio; esquema investigado pela PF revela que serrarias legalizadas no entorno da terra indígena foram usadas para esquentar madeira nobre fruto de desmatamento.
Ibama já havia multado produtores indígenas um ano antes e interditado a área por desmatamento ilegal, mas tanto eles quanto os chefes das pastas descumpriram a legislação ambiental.
Grupo vai à justiça na França para romper ou condicionar empréstimos do BNP Paribas ao frigorífico brasileiro a um um plano de prevenção ao desmatamento e uso de mão de obra escrava, problemas recorrentes na cadeia da pecuária
A Ferrogrão (EF-170) foi projetada para reduzir custos de transporte de cargas entre o Mato Grosso e o Pará, onde a soja representa um dos principais produtos de exportação. Mas a ferrovia esbarra em resistências de povos indígenas que serão afetados por riscos socioambientais. Seu traçado corre paralelamente à BR-163, obra que já causou impactos não compensados para populações tradicionais.
Estima-se que cada habitante de Mato Grosso tenha sido exposto a 65,8 litros de agrotóxicos em 2018, mesmo sendo algumas dessas substâncias proibidas. A situação é pior no interior, com exposição estimada em mais de 300 litros por habitante a cada ano
Em nota, os indígenas afirmam que estão desenvolvendo estratégias próprias para proteger as florestas e rejeitam as tentativas de implantação do sistema REDD+
A terra foi comprada pela madeireira Agrocortex, controlada por espanhóis e portugueses. A Fazenda Novo Macapá tem 190 mil hectares, é maior que a cidade de São Paulo (150 mil hectares) e fica entre o Amazonas e o Acre.
MPF quer auxiliar na identificação de áreas de garimpo ilegal e trocar informações com outras instituições para garantir a eficiência das investigações e responsabilizar autores de ilegalidades, incluindo eventuais tentativas de barrar os trabalhos de fiscalização.
Garimpo acelerou nos últimos dois anos, alcançou áreas de floresta intacta e atingiu diretamente uma a cada três aldeias yanomami, segundo novo monitor do garimpo ilegal na Amazônia