Maranhão registra três assassinatos em terras indígenas em apenas uma semana
Escalada de violência e conflitos voltaram a assombrar os Guajajara no início deste ano. Madeireiros e fazendeiros são apontados como os principais ameaçadores
Escalada de violência e conflitos voltaram a assombrar os Guajajara no início deste ano. Madeireiros e fazendeiros são apontados como os principais ameaçadores
De 1985 para 2020, a área atingida pela atividade garimpeira passou de 7,45 quilômetros quadrados (km²) para 102,16 km²
Investigações da Polícia Federal e do Ministério Público Federal revelaram que ouro ilegal Yanomami foi comercializado por atravessadores para instituições financeiras acusadas de danos ambientais na Amazônia e lavagem de ouro no Pará
Nas comunidades às margens dos rios mais afetados pelas atividades garimpeiras, sobe para nove em cada dez participantes da pesquisa realizada pela Fiocruz os que apresentaram altos níveis de contaminação. O garimpo ilegal contamina os rios e peixes com o mercúrio, abre clareiras na floresta, que arrastam árvores, espantam animais de caça e mudam os cursos hídricos.
Quase dois terços do ouro (61%) são extraídos na Amazônia. A suspeita é de que 32 toneladas do metal recolhido na região, em 2021, eram irregulares.
Dentro da Zona de Identificação de Defesa Aérea (Zida), haverá três áreas distintas: a branca (reservada), a amarela (restrita) e a vermelha (proibida), cabendo à Aeronáutica controlar o tráfego aéreo.
A Terra Indígena Karipuna, em Porto Velho (RO), vive sob constante ameaças, seja pela exploração ilegal de madeira ou grilagem de terras por agropecuaristas, que já introduziram quase 200 mil cabeças de gado na Reserva Extrativista Jaci Paraná.
A atividade criminosa põe em risco a saúde e o meio ambiente, especialmente entre os povos Munduruku e Kayapó, no estado do Pará
Missão Caiuá diz estar “a serviço do índio para a glória de Deus”. Recursos para a saúde indígena podem ter sido usados até para contratar empresas aéreas de garimpeiros
Domingo (22), o ministro da Justiça, Flávio Dino, anunciou que oficiaria a PF para apurar os “fortes indícios de genocídio e de outros crimes” relacionados “aos sofrimentos criminosos impostos aos Yanomami”. Omissão de socorro e crimes ambientais serão investigados.