Sai a floresta, entra o pasto: Amazônia (des)protegida
Mesmo dentro de unidades de conservação que deveriam impedi-las, as pastagens avançam e gado chega ao mercado de carne
Mesmo dentro de unidades de conservação que deveriam impedi-las, as pastagens avançam e gado chega ao mercado de carne
Desde 2019, quatro hidrelétricas atuam simultaneamente no rio; impactos da intervenção vão desde a retirada de 200 famílias até a emissão de gases de efeito estufa
Obra compacta e objetiva resgata o conhecimento científico produzido em torno do tema e aponta necessidades para o futuro, com base em dados monitorados ao longo dos anos pela Embrapa Amazônia Oriental e pela Universidade Federal do Oeste do Pará
Operação conjunta de Polícia Federal, Ibama e MPF na TI Ituna Itatá retirou invasores de área que protege povo indígena isolado e expediu mandado de busca e apreensão contra ‘antropólogo dos ruralistas’ e coordenador da Funai
Medidas fazem parte das ações decorrentes dos resultados de novas auditorias de sustentabilidade da cadeia econômica da pecuária no Pará, apresentados na última quinta-feira (15) em Belém
Chamada de #ProtejaAsÁrvoresGigantes, iniciativa pede que o governo do Pará fiscalize a Flota do Paru, onde vive a maior árvore da América Latina e a quarta mais alta do mundo
Os dados constam do relatório “Mapeamento da exploração madeireira na Amazônia”. O estudo inédito identificou e mapeou um total de 377.624 hectares de florestas nativas explorados para fins madeireiros.
Operação também fez buscas na sede da Funai em Brasília (DF) por possíveis conexões com grileiros que atuam na TI Ituna Itata, em Altamira e Senador José Porfírio, no estado do Pará. As buscas no órgão indigenista se concentraram na Coordenação Geral de Índios Isolados.
Equipe multidisciplinar de cientistas da Ufopa, pretende mapear e estudar os sítios de concheiros fluviais construídos há pelo menos 8 mil anos pelos primeiros ocupantes humanos das várzeas e rios amazônicos
Nova rota do crime fica próxima à região onde vivem indígenas isolados do povo Moxihatëtëa. Empreendimento criminoso permite a entrada de máquinas pesadas no território, aumentando em mais de dez vezes o potencial destrutivo do garimpo